Nova norma da ABNT: Escolha laboratórios acreditados pelo programa ELITE do CDC

Nesta semana a ABNT publicou a NBR 16824:2020 – Sistemas de distribuição de água em edificações – Prevenção de Legionelose – Princípios gerais e orientações recomendando que Os laboratórios escolhidos para o processamento de amostras de água para Legionella devem ser acreditados conforme a ABNT NBR ISO 17025 e devem ser membros do programa ELITE, junto ao Centro de Prevenção e Controle de Doença dos EUA, especificamente para o ensaio de proficiência de Legionella”

A Conforlab é o único laboratório do Brasil com a certificação ELITE do CDC desde 2012, possuindo ainda a acreditação INMETRO e REBLAS/ ANVISA. Confira as nossas certificações.

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No dia 08 de junho a ABRAVA promoveu uma live sobre o uso da norma e responsabilidades na visão dos especialistas participantes, entre eles Leonardo Cozac, o CEO da Conforlab, que também debateram sobre orientações e princípios gerais de sistemas de distribuição de água em edificações e prevenção de legionelose:

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Decreto define protocolos para retorno das atividades em Belo Horizonte: Cuidados com os equipamentos de Ar Condicionado

Em meio a pandemia do COVID-19, foi publicado no Diário Oficial do Município de Belo Horizonte a PORTARIA SMSA/SUS-BH Nº 0194/2020 que entre outras ações, prevê cuidados que estabelecimentos comerciais e empresas devem ter com seus equipamentos de ar condicionado e ambientes climatizados.

Entre os diversos pontos tratados, a portaria chama atenção para análises semanais do ar ambiental interno, para monitorar e controlar diversos fatores que podem contribuir com a sua baixa qualidade e gerar agravos à saúde e bem-estar dos ocupantes de ambientes internos climatizados como a disseminação de fungos e outros patógenos. A RE 09 da ANVISA prevê análises semestrais do ar da qualidade do ar interno, mas devido a pandemia o decreto municipal define a rotina de amostragem SEMANAL.

Confira abaixo os pontos relevantes do Decreto n° 17.361 e Portaria SMSA/SUS-BH nº 0194/2020, que tratam da qualidade do ar interior.

O decreto completo pode ser lido aqui.

 

Cuidados com os equipamentos de ar condicionado

  1. A manutenção de instalações e equipamentos de sistemas de climatização de ambiente deve observar o disposto na Lei Federal nº 13.589, de 4 de janeiro de 2018.
  2. Antes de ligar o sistema, realizar a troca imediata de todos os filtros, optando, preferencialmente, por filtros de maior eficiência de filtragem;
  3. Realizar a limpeza geral dos dutos;
  4. Após as etapas 2 e 3, deixar o sistema operando por pelo menos vinte e quatro horas, promovendo maior renovação do ar, deixando janelas e portas abertas, quando possível;
  5. Após a troca dos filtros, realizar medições instantâneas de dióxido de carbono, temperatura, velocidade do ar e de umidade, ao menos uma vez por semana, durante dois meses, anotando em planilha de controle;
  6. Após este período, medições semestrais;
  7. Realizar pesquisa, monitoramento e controle ambiental da possível colonização, multiplicação e disseminação de fungos em ar ambiental interior, ao menos uma vez por semana, durante dois meses, anotando em planilha de controle;
  8. Realizar pesquisa, monitoramento e controle de aerodispersóides totais em ambientes interiores climatizados ao menos uma vez por semana, durante dois meses, anotando em planilha de controle;
  9. Após esse período, medições semestrais;
  10. As empresas com mais de cinquenta empregados deverão informar a vigilância sanitária municipal sobre a presença de ar condicionado;
  11. As empresas onde haja a circulação de mais de duzentas pessoas por dia deverão informar a vigilância sanitária municipal sobre a presença de ar condicionado;

 

Cuide do seu ambiente interno e da saúde de quem está nele

Conforme decreto, é imprescindível fazer o controle e monitorar diversos aspectos do ar interno de ambientes que possuem ar condicionado.

Em um momento tão delicado, e conforme Deliberação Normativa COPMA N. 216 de 27/10/17, exija que o laboratório escolhido seja acreditado no INMETRO e REBLAS/ANVISA, além de possuir atestados de capacitação técnica comprovados e registrados nos órgãos competentes de classe – CRBIO/CRQ/CREA e outros pertinentes.

Isso vai garantir que o laboratório segue rigorosos protocolos e procedimentos para fornecer resultados mais confiáveis e seguros.

A CONFORLAB E ALLEGRA TECNOLOGIA, uniram esforços para atender sua demanda na luta contra a pandemia COVID-19 e oferece em toda Belo Horizonte e região metropolitana os serviços de:

  • Monitoramento Online da qualidade do Ar Interno: Fique sabendo em tempo real como está a composição química, física, umidade, temperatura, velocidade e demais condições de conforto do ar interno no seu ambiente. – Clique e saiba mais
  • Limpeza robotizada de Dutos, higienização e descontaminação de equipamentos de ar condicionado, ventilação, climatizadores e similares. – Clique e saiba mais
  • Desinfecção de ambientes internos, externos e superfícies fixas em geral através de tecnologia de atomização a frio de produtos químicos desinfetantes devidamente homologados e recomendados pela ANVISA – Clique e saiba mais
  • Análise microbiolódica de vírus, fungos, bactérias e demais contaminantes presentes em Superfícies de contato, entre outros. – Clique e saiba mais
  • Pesquisa, avaliação e análise de bactéria legionella, capaz de ocasionar doenças como pneumonia de alta gravidade, presentes em locais onde há água em aerossol, como torres de resfriamento, chuveiros, fontes, etc. – Clique e saiba mais.

A Conforlab é laboratório líder em análises de qualidade do ar no Brasil e acreditada pelo programa INMETRO, REBLAS/ANVISA, ELITE do CDC/EUA e ACAC.

A Allegra Tecnologia é uma empresa especializada em tratamento da Qualidade do Ar em todas as etapas do processo de climatização e oferece soluções em inspeção, coleta para análise do ar, limpeza de dutos de ar condicionado, higienização de equipamentos e descontaminação ambiental, entre outros.

 

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Contatos:

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Telefone e WhatsApp: (11) 5094-6280

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Novo estudo indica que ar-condicionado pode espalhar coronavírus

O estudo foi feito por pesquisadores da China, mas ainda carece de revisão da comunidade científica. Divulgação preliminar é em caráter informativo

 

Na cidade de Guangzhou, na China, um estudo aponta que um ar-condicionado pode ter sido responsável por transmitir coronavírus para alguns indivíduos que jantavam em um restaurante local. O estudo, feito por pesquisadores do país, aponta que nove pessoas que estavam presentes no restaurante, que não possui janelas, no mesmo dia foram diagnosticadas com covid-19, sendo quatro da mesma família.

Os indivíduos foram contaminados no dia 24 de janeiro e, após apresentarem alguns sintomas, foram ao hospital. O diagnóstico positivo chegou em 5 de fevereiro, e os pesquisadores acreditam que o surto isolado está conectado ao fluxo de ar do restaurante, que foi responsável por espalhar gotículas respiratórias pelo restaurante sem ventilação.

Realizada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Guangzhou, a pesquisa será oficialmente lançada em julho e ainda carece de revisões feitas por especialistas da comunidade científica. No entanto, a pesquisa foi divulgada com antecedência devido ao seu caráter informativo no contexto da pandemia do novo coronavírus.

O estudo traz um desenho que segue o possível caminho feito pelo vírus, com a mesa dos indivíduos contaminados identificadas pelas letras A, B e C. Confira, abaixo, a planta do lugar com as referências:

 

 

(CDC/Reprodução)

Como representado acima, é possível ver que os infectados estavam no caminho que o fluxo de ar percorreu. O paciente indicado por A1 já estava com sintomas prévios, o que pode ter intensificado a taxa de contaminação. Em nota, os pesquisadores afirmaram que a direção do ar foi a peça chave: “Concluímos que, nesse surto, a transmissão de gotículas foi motivada pela ventilação com ar condicionado. O fator chave para a infecção foi a direção do fluxo de ar”, escrevem os pesquisadores.

A própria pesquisa reconhece suas limitações e informa que o espalhamento do vírus pelo ar-condicionado é apenas uma das possibilidades. É preciso coletar mais evidências científicas e levar em conta outros cenários, como a possibilidade de infecção ter sido gradual, infectando um membro de cada família por vez, considerando que os pacientes estavam sentados em mesas vizinhas.

Especialistas já sabem, no entanto, que a circulação de ar em ambientes fechados espalha patógenos no ar, o que pode ter sido um fator agravante da transmissão do vírus. Em uma futura etapa, a conclusão da pesquisa, prevista para sair no mês de julho, deve apontar quais dos cenários foi o mais aceito pela comunidade científica.

 

FONTE: EXAME

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Dispositivo monitora ar e ajuda a prevenir coronavírus em ambientes fechados

Empresa incubada na USP usará tecnologia para coletar amostras de ar em hospitais e identificar a presença de vírus

 

Dispositivo com tecnologia SPIRI, do tamanho de uma carteira, monitora parâmetros básicos de qualidade do ar, como temperatura e umidade relativa, e também os mais avançados, entre eles as concentrações de dióxido de carbono (CO2), compostos orgânicos voláteis (COVs) e material particulado (MP), seja partículas finas ou grossas

 

Um dispositivo automático para monitorar a qualidade do ar em ambientes internos pode se tornar um aliado importante no combate à transmissão da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus. O equipamento com a tecnologia SPIRI fornece informações sobre temperatura, umidade do ar e presença de partículas em suspensão no ar, nas quais o vírus pode estar presente.

O produto já está disponível no mercado e os criadores iniciarão um trabalho de coleta de amostras de ar em hospitais para verificar a presença do vírus da enfermidade, com um dispositivo adicional adaptado para auxiliar no combate à pandemia. O dispositivo é fabricado pela Omni-Electronica, uma startup incubada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), instituição vinculada à Universidade de São Paulo (USP) e ao Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen).

O dispositivo faz o monitoramento da qualidade do ar em tempo real, salienta o engenheiro Arthur Aikawa, CEO da Omni-Electronica. “Ele permite uma visibilidade e uma indicação que aquele ambiente é mais ou menos propício à contaminação cruzada e todos os outros malefícios que a má qualidade do ar tem nas pessoas que ocupam esses espaços”, conta o pesquisador ao Jornal da USP.

“Manter ambientes bem ventilados, com qualidade ao ar adequada, é essencial para poder retomar nossas atividades o quanto antes, sem correr o risco de que o sistema de saúde seja extremamente sobrecarregado por um número excessivo de pessoas contaminadas simultaneamente”, enfatiza.

Partículas

Segundo Arthur Aikawa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) admite que o vírus pode ser transmitido por meio de partículas em suspensão no ar. “Quando uma pessoa tosse, ela não vai gerar apenas aerossóis, partículas grandes, da ordem de 10 micrômetros, que vão cair numa distância de aproximadamente 1,5 metro”, explica.

“Existem também os bioaerossóis, partículas entre 2 e 5 micrômetros de diâmetro, que devido ao tamanho e massa reduzida conseguem ficar em suspensão no ar em ambientes internos por até três horas”, diz.

Nas últimas semanas, embora a OMS não possua evidências científicas suficientes da transmissão do vírus por aerossóis e bioaerossóis, órgãos como a Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE) e a Federação das Associações Europeias de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (REHVA) descrevem em notas de orientações nas últimas semanas que esse mecanismo de transmissão não deve ser ignorado, diz o engenheiro ao Jornal da USP.

“A COVID-19 é uma doença muito recente, os estudos e experimentos estão sendo produzidos agora, e aos poucos novas evidências vão surgindo”, observa. Um estudo internacional que avaliou a estabilidade do vírus em superfícies, também estudou o vírus em bioaerossóis e constatou que o vírus permanecia ativo nessas microgotículas por até três horas, aponta Aikawa.

“É extremamente importante que os ambientes estejam bem ventilados e com uma baixa concentração de particulados suspensos, como os bioaerossóis”, ressalta. “O monitoramento permite avaliar constantemente se a temperatura e a umidade do ar estão adequadas, para reduzir a probabilidade do vírus se propagar, e também se a ventilação está adequada”, afirma.

Qualidade do ar

O dispositivo é multissensorial, capaz de avaliar vários parâmetros do ambiente em que se insere. “O equipamento monitora parâmetros básicos de qualidade do ar, como temperatura e umidade relativa, e também os mais avançados, entre eles as concentrações de dióxido de carbono (CO2), compostos orgânicos voláteis (COVs) e material particulado (MP), seja partículas finas ou grossas”, descreve o engenheiro.

“Todos esses parâmetros, que fazem parte da Resolução RE-09 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre qualidade do ar em ambientes internos no Brasil, são informados uma vez a cada dois ou três minutos para o usuário”, diz.

Segundo Aikawa, com uma série de dispositivos instalados em edifícios, é possível fazer um raio X da qualidade do ar em todos os seus ambientes. “Em hospitais, o dispositivo atende também à questão de prevenir a contaminação de alas e quadros de infecção hospitalar que podem ser causados por reformas em suas dependências”, salienta.

“Tem que haver um equilíbrio dos parâmetros da qualidade do ar para que você possa diminuir a chance de contaminação de pessoas que geralmente estão com um quadro de saúde mais debilitado”, pontua.

A verificação da qualidade do ar possibilita tomar as providências necessárias em caso de anomalias, observa o engenheiro. “Isso se faz pelo monitoramento do dióxido de carbono e outros compostos voláteis”, diz. Por meio da ventilação, o ar interno é renovado e filtrado, sendo diluído com o ar externo, o que diminui a concentração de partículas e torna a carga viral muito menor.

“Em ambientes internos, mesmo a uma distância de dez metros, se aquele ambiente não estiver bem ventilado e as pessoas ficarem ali por várias horas, elas podem se contaminar. Existe uma possibilidade de que elas se contaminem por bioaerossóis”, ressalta.

Apoio

A empresa, fundada em 2016 por um grupo de engenheiros da pós-graduação da Escola Politécnica (Poli) da USP, começou a desenvolver a tecnologia SPIRI em janeiro de 2017, com financiamento do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A comercialização foi iniciada no ano passado.

“Hoje, o dispositivo está instalado em aeroportos, escritórios e indústrias alimentícias, onde já é utilizado para avaliar e fazer a gestão da qualidade do ar”, relata Aikawa. “Ele vai se tornar cada vez mais importante quando surgem situações de pandemia, em que um cuidado extra deve ser tomado para diminuir a probabilidade de contaminação de uma pessoa para outra”, explica.

Além de o dispositivo já estar disponível no mercado, Aikawa relata que a empresa iniciou há dez dias um trabalho de replicação de pesquisas internacionais para coleta de microgotículas e avaliação da presença do vírus. “Estamos em contato com alguns hospitais para fazer a amostragem do ar e a coleta dessas amostras. A ideia é incluir um serviço de amostragem para avaliar se o vírus estava presente ou não em microgotículas suspensas naquele ambiente”, destaca.

“Isso vai ser extremamente necessário porque não vai ser possível retomar da noite para o dia tudo como era antes e vamos precisar de ferramentas para gerenciar essa retomada”, finaliza.

 

FONTE: SÃO PAULO

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Coronavírus: cresce a preocupação com a utilização correta do sistema de ar-condicionado

É tempo de ter atenção. O ritmo acelerado de expansão do coronavírus pede cuidados extras em relação a diferentes características do cotidiano. Entre as medidas chamadas não farmacológicas, cresce a lista de precauções que devem ser observadas, desde as atividades mais simples da rotina até as grandes preocupações, sobretudo considerando os ambientes de convívio com as pessoas no grupo de risco. O uso correto do ar-condicionado em ambientes fechados, por exemplo, é um aspecto que tem gerado dúvidas.

A resistência do coronavírus em superfícies é um fator motivador para a limpeza dos sistemas de ar-condicionado. O processo de higienização é simples – deve respeitar protocolos amplamente divulgados. Serve água e sabão, álcool em gel ou líquido, ou qualquer outro tipo de biocida, afirma Arthur Aikawa, pesquisador e CEO da Omni-electronica, startup do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec).

Existe legislação específica com orientações para o setor. O Plano de Operação, Manutenção e Controle (PMOC) motivou lei promulgada em 2018 e delibera quanto a parâmetros para a qualidade do ar, determinados por resolução do Ministério da Saúde e Anvisa. Entre os itens observados, níveis máximos de concentração dos poluentes mais conhecidos e de fácil detecção, entre eles o índice de gás carbônico e quantidade de fungos. As normas ficaram conhecidas como a lei do ar-condicionado, voltada para qualquer tipo de ambiente de uso público e comum, como museus, bibliotecas, shopping centers, hospitais.

“Especialmente durante essa pandemia, é bom manter uma frequência de limpeza. O PMOC determina a limpeza interna de dutos e higienização do sistema no mínimo uma vez por semestre. São sistemas complexos, não tem como fazer uma limpeza diária, mas, para locais menores, não custa nada passar um pano com álcool nas superfícies mais expostas do ar-condicionado. A higiene garante não apenas a eliminação do coronavírus.

Existem vários outros patógenos perigosos, como bactérias e fungos, que causam doenças respiratórias”, diz Arthur.

São recomendações que consideram não o equipamento em si, mas o uso que as pessoas fazem dele, muitas vezes inadequado, continua o profissional. “Muita gente não tem a compreensão sobre a qualidade do ar nos ambientes internos. No modelo da maioria dos sistemas de ar-condicionado usados no Brasil não há renovação de ar. O ar interno fica recirculando, só é refrigerado, não existe uma renovação com mistura de ar externo”, informa. E é essencial, justamente, que haja a mistura com o ar externo para garantir um ambiente salubre, para manter a qualidade do ar interno. “As maiores fontes de contaminação estão do lado de dentro. Microgotículas com vírus e bactérias podem ficar até três horas suspensas no ar. Um problema agravado quando há aglomeração de pessoas no ambiente.” Outro equívoco é não respeitar as normas vigentes a respeito de temperatura e umidade relativa adequadas.

CONDIÇÕES INADEQUADAS

O ar-condicionado em si não propaga o vírus, mas seu mau uso pode trazer riscos para a saúde. Entre os principais, o aumento da probabilidade de contaminação entre indivíduos, se houver alguém infectado no local e a ventilação for insuficiente, e o enfraquecimento do sistema imunológico, por condições higrotérmicas inadequadas. “Se o local estiver com uma temperatura muito abaixo do recomendado pela Anvisa, pode implicar uma situação prejudicial para o sistema imunológico das pessoas, acarretando manifestação mais severa dos sintomas do coronavírus, após a contaminação”, alerta Arthur.

Segundo ele, já existem diversas tecnologias tanto pra monitoramento em tempo real da qualidade do ar quanto para a purificação e gestão da qualidade do ar, que são pouco utilizados. “Em geral, as pessoas estão só preocupadas se está quente ou frio e relevam um pouco essa questão, que é de suma importância.” A startup desenvolveu um dispositivo que monitora a qualidade do ar em espaços internos, além de informar e indicar as ações necessárias para cada local. O sistema considera parâmetros como temperatura, umidade relativa, concentração de gás carbônico, compostos orgânicos voláteis, material particulado, entre outros. O SPIRI, como foi nomeado, fornece dados, relatórios, alertas e visualizações personalizáveis capazes de monitorar a salubridade do ambiente. A solução pode ser usada em espaços residenciais, escolas, hospitais, escritórios, academias.

Ambientes sem climatização, sem ventilação, ou mesmo sem manutenção adequada dos sistemas podem ser prejudiciais à saúde e improdutivos, como alerta a Associação Brasileira de Ar Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento (Abrava). Conforme a entidade, quatro itens são determinantes para assegurar a qualidade do ar respirado:

Renovação do ar – ação que garante a ventilação e circulação do ar, além da diluição do ar no interior do ambiente, de modo a não permitir a concentração de poluentes, fator que provoca agravos à saúde.

Filtragem – ação que tem por objetivo reter partículas e microgotículas, que podem carregar poluentes ou microrganismos como a COVID-19

Controle de temperatura e umidade – fatores de necessidade física que contribuem com a saúde das pessoas, assim como podem inibir a proliferação de determinados organismos como COVID 19

Monitoramento da qualidade do ar – manter o nível de dióxido de carbono dentro dos índices determinados para ambientes é uma das formas de garantia da qualidade do ar respirado.

Dicas para cuidar bem do ar-condicionado

– Intensificar serviços de manutenção preventiva dos sistemas de climatização

– Manter níveis aceitáveis de temperatura, umidade, velocidade do ar e fator de renovação

– Verificar todos os sistemas de renovação e tomada de ar externo, de maneira que estejam limpos, operacionais e com vazões adequadas: filtros de ar em boas condições, bandejas de condensado limpas e com boa drenagem, ventiladores e serpentinas limpos e em bom estado

– Observar a manutenção e a limpeza sob todos os aspectos, sejam ambientes em uso ou não

– Definir a periodicidade de limpeza de acordo com as necessidades e os processos mantidos. Recomenda-se que sejam contratados profissionais habilitados para execução dos serviços

– Fazer a limpeza completa dos sistemas de ar-condicionado, considerado todos os componentes internos, uma vez por semestre

– Com a pandemia, a higienização das partes expostas do ar-condicionado deve ser frequente. Pode ser usado água e sabão, álcool em gel ou líquido

FONTE: ESTADO DE MINAS

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Ação Conforlab em prol da sociedade

A Conforlab nesta semana esteve no Hospital de Campanha de combate ao novo Coronavirus no Anhembi realizando a coleta de amostras para análise da Qualidade do Ar Interno.

A ação, que foi uma iniciativa de doação da Conforlab para a sociedade, visa garantir que o ar interno está dentro dos padrões recomendados e assim trazer mais segurança e qualidade para os pacientes que lá serão atendidos.

Estamos vivendo um momento de muitas contaminações provenientes pelo ar e não há dúvidas de que conhecer a qualidade do ar interno é de extrema importância.

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Qualidade do ar interior é crítica na transmissão da Covid-19

Espaços interiores com ocupação humana devem ser fortemente ventilados, exclusivamente com ar novo

Face à atual situação de pandemia da Covid-19, Manuel Gameiro da Silva, professor catedrático do Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), alerta que a qualidade do ar interior é crítica.

Por isso, afirma o especialista em climatização, enquanto se mantiver a crise pandémica, «não devem ser realizadas reuniões presenciais e os espaços interiores com ocupação humana devem ser fortemente ventilados, exclusivamente com ar novo, para diminuir as concentrações do vírus, no caso de uma eventual contaminação por partículas em suspensão, e, desta forma, reduzir o risco de infeção».

Manuel Gameiro da Silva defende ainda que «quando se planeia uma saída, para locais frequentados por outras pessoas, deve-se levar máscara e, se possível, viseira. As máscaras normais não são completamente eficazes na retenção das partículas de menor dimensão, pelo que o uso combinado com uma viseira aumenta substancialmente a eficácia de retenção».

Estes alertas resultam de uma análise que o cientista da UC decidiu realizar devido às dúvidas suscitadas sobre «a importância que as autoridades de saúde, quer a nível nacional, quer a nível internacional, atribuem ao papel que desempenham os diferentes modos de transmissão na propagação das infeções virais e as consequências que daí podem advir».

Considera o autor que, «sem que haja uma evidência científica que o justifique, se tem menorizado o papel que pode ser desempenhado pela transmissão através do modo de partículas em suspensão e que, em consequência, se têm desaconselhado algumas das medidas de proteção que, provavelmente, estarão na base das taxas de propagação da epidemia mais modestas em alguns países asiáticos».

Não havendo dúvidas de que o novo coronavírus, SARS-Cov-2, se transmite maioritariamente através das partículas exaladas pelos doentes contaminados, Manuel Gameiro da Silva explica que os diferentes modos de transmissão das doenças infeciosas estão associados a partículas de dimensões diferentes: as partículas grandes (superiores 50 mícron), que são exaladas e se depositam nas superfícies, são responsáveis pela transmissão por contato; as partículas intermédias (de 10 a 50 mícron) são responsáveis pela transmissão direta do emissor para o recetor, denominada transmissão por gotas; finalmente, as partículas mais pequenas (menos de 10 mícron) são responsáveis pelo modo de transmissão por partículas em suspensão, podendo permanecer no ar por horas, ser transportadas a longas distâncias e inaladas.

Relativamente ao efeito da temperatura e da humidade, o também coordenador da Iniciativa Energia para Sustentabilidade da UC refere que «tipicamente, a persistência dos vírus é mais alta com temperaturas frias do que com temperaturas quentes e como a humidade desestabiliza a camada protetora de gordura dos vírus do tipo coronavírus, a persistência do vírus é maior em ambientes secos. A radiação solar tem uma componente de radiação ultravioleta que prejudica a persistência dos vírus pelo que, nos ambientes interiores sem luz natural direta, há condições mais favoráveis para a persistência dos vírus como partículas em suspensão».

Manuel Gameiro da Silva defende a «redefinição do conceito de distância de segurança entre pessoas e a necessidade de uso generalizado de equipamentos de proteção das vias aéreas superiores (máscaras e viseiras) sempre que se preveja que se vai estar num ambiente com ocupação múltipla».

FONTE: SULINFORMAÇÃO

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T.I.’s mom could lose home over $60k owed to firm that removed mould from house

RAPPER T.I.’s mother faces losing her home after she allegedly refused to pay contractors who removed black mold from the property.
Violeta Morgan has been threatened with foreclosure after mold removal service BioRestore accused her of failing to settle the $60k bill.

The star, 39, owns the five-bedroom $616,000 home in Atlanta, Georgia, where Violeta lives.A source claimed that Violeta was a nightmare client and acted as though “she was the Queen of England”. They said that seven workmen toiled for over six weeks to clear the house of black mold.

The workmen were reportedly shocked by the state of the property when they carried out an inspection last June. They said: “It was disgusting. There was black mold oozing out of the AC ducts, black mold on the floorboards and the carpets were covered in it.” The fungus has been linked to respiratory problems. The source continued: “The house was absolutely inhabitable. Mold is sporous and it gets into the air. If it is in the AC ducts, it will spray all over the place.”

BioRestore gave Violeta a $60,000 estimate and she agreed to the work. But when it came time for the first half of the payment, she started complaining. The source added the company was not alarmed because Violeta’s rapper son is rumored to be worth $50 million, adding, the company was adamant about it being T.I. The source also critizised Violeta’s behavior. They said: “T.I.’s mother’s attitude was so nasty. She’s always looking to say something happened so that she couldn’t pay.”

FONTE THE SUN

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Lessons from Unspeakable Tragedies

Differing roles of liquid and vapor water in mold growth and human disease: Liquid water in building materials leads to mold growth, yet low ambient relative humidity causes dissemination of disease-causing fungal spores and hyphae. | Image courtesy of Eckmanns, T.; Rüden, H. & Gastmeier P. (2006). The influence of high-efficiency particulate air filtration on mortality and fungal infection among highly immunosuppressed patients: a systematic review. The Journal of Infectious Diseases, 193, 10, 1408-1418.

The recently publicized reports of children dying from Aspergillus fungal infections once again brings into question the culture around reporting errors in U.S. hospitals. Twenty years ago, the Institute of Medicine broke the silence about the epidemic of patient harm from medical errors in health care facilities. The report, “To Err is Human: Building a Safer Health System,” estimated that 98,000 patients died annually from avoidable harm caused by medical errors. Despite the horror of this figure, hospitals still struggle to learn from such near mistakes. Financial penalties from the government, patient and family lawsuits, fear of job loss, psychological constructs of clinicians, and a culture of blame make candid root cause analysis of steps leading up to patient injury almost impossible. Despite these difficulties, the status quo of silence around unintended harm in medicine has to stop. This can only be done by looking at facts and collecting and analyzing data on the underlying dynamics in hospitals.

In this case, two important issues have been raised.

The first obvious reminder is that the hospital building has a powerful impact on patient outcomes and that clinicians and facility managers have to learn to work together with mutual respect.

The second issue is a misunderstanding about moisture management in buildings. Incorrect, or incomplete, thinking about this resulted in hospital building standards lowering the minimum allowable relative humidity (RH) level in operating rooms (ORs) several years ago for reasons having nothing to do with patient safety. In fact, the changes were made to improve the comfort of surgeons and to decrease energy consumption by mechanical systems serving operating suites. While these are important, we are now seeing an alarming increase in surgical site infections around the country.

Moisture management is difficult, especially in cold wintertime climates. Similar to a diet – eating too much or too little food is harmful yet staying in a healthy middle range is challenging. To complicate moisture management even more, many people confuse the side effects of liquid water with those of water vapor or humidity. Despite the difficulties, we must understand and manage moisture correctly because the health consequences of wrong thinking are too severe.

The relationships between indoor fungal communities (mold), water, and occupant allergies or infections is not straightforward. Excess liquid water in building materials clearly contributes to fungal growth, so building professionals try to lower indoor moisture levels as much as possible. The danger to humans is that low ambient RH increases the transmission of dangerous microbes and fungal parts. Even worse, low indoor RH also damages our immunity, the very system that should be protecting us from infections. Clearly, understanding the ins and outs of moisture management is critical in hospitals.

What are the facts? Research from the early 1900s to today show that fungi do not use water vapor for growth. They need liquid water. Of course, in a poorly insulated building, the dew point might be reached near thermal channels or cold pipes. The solution to this is proper insulation, not dry air.

Recent research shows that dry indoor air, or RH less than 40%, is associated with increased illnesses due to at least three factors.

Dry air impairs the human immune system;
Dry air increases the transmission and infectivity of many viruses and bacteria;
When mold is already present on indoor surfaces, lowering RH allows fungal parts and spores to aerosolize and become inhaled by patients and other building occupants.
The data guides us to use HEPA filtration; however, this alone is not adequate. A systematic review on the influence of HEPA filters in units with immunosuppressed patients concluded that while these filters could be occasionally beneficial for patients, a significant decrease in fungal-related mortality rates was not found (as referenced in the graphic atop this column).

Some hospitals are employing germicidal lights in the air ducts. While this sounds promising in the short term, we need more research on the long-term possibility of microbes developing resistance to these light wavelengths. An essential step in the management of indoor air for human health is maintaining a RH 40%-60%. This requires proper building insulation to avoid high water activity in materials, the purchase of safe and effective humidification systems, and regular maintenance of these systems.

Would you take these steps to protect your family? I would.

 

 

FONTE: ESMAGAZINE

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