Como reduzir COVs dentro do seu edifício: Quem são eles e como controlá-los?

Principalmente nessa época de pandemia devido a COVID-19, a qualidade do ar interno é uma preocupação crescente para as empresas. Uma baixa QAI afeta a saúde e bem estar dos ocupantes do edifício. Os compostos orgânicos voláteis – COVs, liberados no ar a partir de fontes internas e externas, contribuem para a redução da QAI. O entendimento do que são os COVs, de onde eles vêm e como reduzi-los ajuda os gerente de operações, facilities managers e administradores prediais e demais interessadas a reduzir os efeitos negativos sobre a saúde dos trabalhadores e dos ocupantes. Vamos discutir a seguir em como reduzir os COVs.

O QUE SÃO COVS?
Os compostos orgânicos voláteis são substâncias químicas que apresentam alta pressão de vapor à temperatura ambiente. Isso significa que eles evaporam rapidamente no ar atmosférico, onde podem ser atraídos para os pulmões através da respiração humana.
Dentro dos ambientes, os COVs são emitidos a partir de tintas, produtos de limpeza, solventes e tinta de impressora, além de carpetes, cortinas e móveis. No exterior, os COV são emitidos a partir de veículos a motor e como resultado da construção civil e industrialização. Os COVs entram através das rachaduras e frestas e se espalham no ar pelos sistemas de climatização. Os níveis de temperatura e umidade podem aumentar a liberação de COV, o que afeta ainda mais a qualidade do ar interno.

EFEITOS NOCIVOS DOS COVS
A presença de níveis elevados de COV pode contribuir para a Síndrome do Edifício Doente – SED. Essa é uma condição na qual a má qualidade do ar interno afeta a saúde dos ocupantes do edifício. Os sintomas do SED incluem sangramentos nasais, tosse, falta de ar, dores de cabeça e fadiga. Esses sintomas diminuem ou desaparecem quando a pessoa sai do edifício.
Normalmente, os níveis de COV aumentam durante o dia em que os prédios de escritórios têm maior ocupação. Isso piora o problema do SBS. Condições insalubres de trabalho levam a redução de produtividade e aumento no absentismo dos funcionários, com grande impacto nos resultados financeiros das empresas. Isso torna o controle dos COVs importantes na prevenção do SED.

 

REDUZINDO COVS
Não é viável, ou mesmo possível, eliminar todas as fontes desses produtos químicos. Mas existem maneiras de reduzir os COVS.

✓ Escolha produtos químicos com baixo ou nenhum COV
Use tintas, produtos de limpeza e solventes com COV baixo ou zero. Armazene agentes de limpeza e outros produtos adequadamente para impedir que as emissões de COV espalhem pelos ambientes internos. Essas duas recomendações são cruciais na redução de COVs em edifícios.

✓ Comprar móveis de segunda mão ou com baixa emissão
Analise a possibilidade da compra de móveis de escritório usados em vez de novos, uma vez que a eliminação de gases de novos móveis ocorre nos primeiros anos de compra. Além de ser uma ação sustentável. Existem no mercado também diversos móveis com baixa emissão de COVS, considere essa possibilidade.

✓ Aumentar a limpeza
Aumente a frequência e eficiência na limpeza de tapetes, cortinas e estofados. Isso tem benefícios na redução de COV, além de impedir a formação e a propagação de mofo por todo o edifício. Consulte seu prestador de serviço de limpeza para discutir estratégias.

✓ Melhore a ventilação
Quanto melhor a ventilação do ambiente , melhor é a dissipação dos COVs no ar, melhorando a QAI. O sistema de climatização nem projetado, instalado e mantido é uma eficaz medida para renovação do ar interno. A instalação de frestas nas portas, a abertura das captações de ar externo e a instalação de sistemas de purificação como fotocatalise e filtros especiais do sistema de climatização, reduzem os níveis de COV. Implantar e manter atualizado o PMOC – Plano de Manutenção Operação e Controle dos sistemas de climatização também é importante.

 

COMO PODEMOS AJUDAR?

✓ Monitorar os níveis de COV
O monitoramento contínuo e em tempo real da qualidade do ar interno ajuda a identificar e gerenciar problemas com os COVs antes que possam afetar a saúde dos ocupantes do edifício. Instalamos sensores em zonas estratégicas em todo o edifício. Obtemos em tempo real dados sobre temperatura e umidade, compostos orgânicos voláteis totais (TVOC) e material particulado. O mais importante é que esses dados coletados são monitorados por profissionais treinados. Isso garante que a QAI atenda a todos os padrões estabelecidos pela ANVISA e ABNT.

 

✓ Realizar uma verificação de integridade do edifício
A Conforlab realiza uma verificação de “saúde” do edifício para avaliar as condições ambientais internas e solucionar qualquer problema de uma baixa QAI. Nosso Plano de Segurança da Qualidade do Ar Interno – PSQAI fornece aos gestores prediais informações para resolver os problemas do QAI rapidamente, com o mínimo de interrupção possível no fluxo de trabalho.

 

Para entrar em contato com a Conforlab com perguntas sobre como reduzir COVs e melhorar a qualidade do ar interno, ligue para (11) 5094-6280 ou envie um e-mail para contato@conforlab.com.br

Como reduzir COVs dentro do seu edifico

Leia mais

Quantifying the Health Impacts of Indoor Particulate Matter

Understanding the human exposome of the indoor environment will place building professionals in the very center of medical and public health work.

FIGURE 1. Critical components of the built environment exposome include physical, chemical, and microbial exposures from highly interrelated components, such as water, air, and surfaces. Image courtesy of Dai, D. et al. Factors Shaping the Human Exposome in the Built Environment: Opportunities for Engineering Control. Environ. Sci. Technol. 2017, 51, 7759−7774.

Evidence directly tying the indoor environment to states of health or disease continues to emerge. The relationship between indoor air quality (IAQ) and a wide range of disorders such as infections, autoimmune diseases, allergies, and even cancer is becoming increasingly clear.

Why is this connection coming into focus now? Perhaps it’s because computerized health records allow more comprehensive analysis of disease trends, or HVAC monitoring systems preserve records of IAQ patterns in commercial buildings. Another new set of tools that have dramatically expanded our understanding of the effect of the built environment on our health is the rapid gene sequencing techniques known as metagenomics. These tools have revealed large, diverse, and dynamic communities of bacteria, viruses, and fungi living in and on our bodies. These microbial communities, known as our microbiomes, are our intimate partners and govern almost every aspect of our health. They also respond to conditions in their environment, which is often the same building occupied by humans.

According to the World Health Organization, air pollution caused more than 7 million deaths worldwide in 2012. Of all the air pollutants known to be harmful to our health, fine particulate matter (PM) with diameters of 2.5 microns and smaller is causing the most widespread disease.

The lung is the organ most directly and obviously impacted by inhalation of PM. Fine PM hastens the development of chronic obstructive pulmonary disease, asthma, and lung cancer. Pathology is caused by cascading mechanisms of disease, and once a lung is damaged, it’s very hard to recover full pulmonary function. Beyond the lungs, airborne PM triggers heart attacks, irregular heartbeats, and even disorders like inflammatory bowel disease (IBD). Our digestive system is affected when inhaled PM is cleared from our airways and then swallowed. A person living in urban North America ingests approximately 10^12-10^14 inhaled particles per day. High PM levels are associated with IBD due to changes such as increased gut permeability, decreased colon motility, and alterations in the gut microbiome. In fact, these particles are classified as Group 1 carcinogens because they can trigger the growth of deadly cancers.

Questions such as which airborne particles most easily enter the human respiratory system, how likely it is that inhaled particles may reach the lung, how rapidly they are cleared, and how retained particles will affect the host have been the topics of pulmonology research and treatment. These same questions are now important considerations for the engineer or building manager who chooses and operates HVAC systems.

The best metrics to guide HVAC design would include PM levels generated by indoor activities as well as infiltration of outdoor particles. Unfortunately, this information is very hard to collect because of variations in indoor generation. Consequently, the air pollution measurements that establish HVAC design parameters for filtration and ventilation rates in a given locale come largely from outdoor monitoring.

While outdoor conditions are a good starting point, they do not reflect the most important exposure — that of the indoor environment. Studies in air toxicology show that indoor and outdoor levels of air pollutants can vary widely depending on the compound and the difference between indoor and outdoor temperature and humidity conditions. This disconnect is reflected in hospital statistics, where the increase in hospital admissions for respiratory disease per 10 micrograms per cubic meter increase in outdoor PM2.5 was smaller in the Southwestern U.S. than in the Northeast.

Given the current difficulty in gathering data on indoor exposure to PM, using outdoor data is our only choice. Thankfully, however, on the horizon are small, personal, wearable monitoring devices that will offer more specific information regarding the chemical pollutants, PM size and concentration, and microbial content of the air we breathe and ingest. Understanding the human exposome of the indoor environment will place building professionals in the very center of medical and public health work.

Now that research is clarifying the connection between the indoor environment and our health, we have both an opportunity and a responsibility to rethink how we design and operate our buildings.

FONTE: https://www.esmagazine.com/articles/100042-quantifying-the-health-impacts-of-indoor-particulate-matter

Leia mais

How Indoor Air Quality Impacts Our Psychological Development

Mechanical Engineers Are Now Mental Health Professionals

Once again, research has revealed an entire new dimension of the role of indoor air quality in determining human health. This new awareness dramatically expands the consequences of a mechanical engineer’s work. As you design and size HVAC systems for a building, think about this: The resulting indoor climate will shape the mental state of the occupants, influencing their moods, thinking abilities, and even their attraction to sexual partners. This means that your job description now includes mental health care.

How can this be? Most of us will agree that our moods are influenced, to some degree, by how healthy and energetic our bodies feel. We now know that each of us are intimately connected to trillions of microorganisms in ecosystems called our microbiomes. In fact, the number of microbes in our individual microbiomes vastly exceed the number of our human cells. Our personal microbiome is a unique and changing population of bacteria, viruses, and fungi that live on our skin, in our orifices and digestive tracts, and even insert their genes into our sperm or eggs to be passed onto our children.

Research tools that continue to shed light on our relationship with microbes were widely used in sequencing the human genome. Generally known as metagenomics, the techniques have resulted in data that clearly indicates that most microbes are essential and beneficial to our normal, day-to-day functioning. What is additionally surprising is the awareness that bacteria in our microbiomes shapes our moods, thinking, relationships, and psychological development.

This connection between our microbes and our brains seems to be a result of chemical messengers released from bacteria residing in our digestive systems. These messengers travel to our brains, exerting powerful influences on almost every aspect of the human experience.

The human gut contains approximately 2 pounds of living bacteria, which produce chemicals that trigger neurologic activity in our brains, resulting in regulation of our feelings, ability to think and remember events, and even our fundamental patterns of social interactions. Gut microbes are even related to disorders of cognitive functioning and social interaction, such as autism. Most of us can relate to the power of our gut-brain connection when we think back to a time when our intestines where roiling just prior to taking an important exam.

Our exposure to microbes starts during the birth process when we are either colonized with bacteria from our mother or from the caesarian section room. These colonies are then shaped by our ingestion of microbes from food or probiotics; from unintentional exposure, such as through inhaling microbes in the airborne environment; and by the microbe deaths resulting from antibiotics or surface disinfection solutions. The unique community of microbes in each room of a building is determined by which microbes survive and flourish in each individual space. The elements that microbes respond to in indoor spaces are surface materials, indoor temperature and humidity, radiation from light, and other physical forces that continue to be revealed by ongoing research.

We now know that choices about ventilation unintentionally shape indoor microbial ecosystems. For example, mechanical ventilation leads to significantly different airborne bacterial communities in patient rooms and classrooms when compared to natural ventilation. Spaces with low water vapor (humidity) that are mechanically ventilated have less bacterial diversity and a greater number of pathogens.

IAQ shapes our moods far beyond the effects of daylighting, views of nature, and colors. Building microbes selected by indoor ventilation become part of our microbiomes, exerting powerful forces on our gut-brain axis and triggering feelings of happiness, sadness, or mental illnesses.

In this way, mechanical engineers have become mental health professionals for all those who occupy the buildings.

 

FONTE: https://www.esmagazine.com/articles/99510-how-indoor-air-quality-impacts-our-psychological-development

Leia mais

Estudo de caso de monitoramento da qualidade do ar interno

Você sabe a importância de fazer análise periódica da qualidade do ar interno climatizado?

Nesse artigo apresentamos um estudo de caso de um edifício comercial localizado na Zona Sul de São Paulo, onde as análises da qualidade do ar interno realizadas semestrais conforme definido na Resolução 09 de 16 de janeiro de 2003 da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ajudaram na solução de um problema ambiental que não havia sido diagnosticado no dia a dia a operação predial.

Estamos falando de um edifício comercial de alto padrão, categoria “Triple A”, de 28.359m² com 15 pavimentos de escritórios, com lajes de 2.067 e 2.130m². Com 05 anos de uso, multiuso, projeto edifício é pré-certificado nível Gold com o selo “LEED® for Core & Shell”. Possui ainda 04 subsolos de estacionamento.

Em uma rotina de amostragem da qualidade do ar interno, a equipe de manutenção predial observou pelo 2º semestre consecutivo resultados de medição de dióxido de carbono (CO2) acima do limite de 1.000 ppm definido da Resolução 09 da ANVISA. Esse fato ocorreu em 76% dos ambientes avaliados.

Normalmente excesso de CO2 está relacionado a ineficiente renovação do ar interno em relação ao número de pessoas no local.

A primeira hipótese analisada era se as tomadas de ar externo do sistema de climatização estavam aberta no momento das amostragens. Essa situação foi confirmada, inclusive pois o edifício é dotado de sistema de automação com sensor de CO2 para abertura em caso de valores acima dos limites. Os dados mostravam que o sistema de renovação de ar estavam trabalhando constantemente 100% abertos. 

Se não era um problema de tomada de ar externo fechado, foi analisada uma 2ª hipótese em relação ao número de pessoas presentes nos locais avaliados. Foi identificado que em 02 pavimentos, a população fixa estava acima do estabelecido na convenção do condomínio.

Mesmo com essa situação verificada, o número de pavimentos com não conformidade era bem superior ao número de pavimentos com excesso de pessoas. Ou seja, não era esse o fator preponderante na contaminação ambiental do edifício. 

Com o auxílio de um equipamento portátil de medição de CO2, nos dirigimos a sala de máquina localizada na cobertura do prédio, verificar o comportamento do nível de dióxido de carbono ao longo do sistema de climatização. 

Já nas primeiras medições feitas, dentro da sala de máquinas, na face interna da tomada de ar externo (dentro da edificação), o nível de CO2 apresentou resultado acima do esperado, em torno de 700 ppm. Sabemos que o ar atmosférico oscila na faixa de 400 a 600 ppm, ou seja, ter um ar de entrada no prédio acima de 700 mostrava que tinha algo errado. A próxima medição (Foto 1) foi feita na face externa da tomada de ar externo, ao ar livre na cobertura do prédio. E o resultado obtido de CO2 foi muito similar a medição realizada internamente. 

 

Foto 1 – Medição face externa da T.A.E
Foto 2 -Medição de CO2 ao ar livre

 

A 3ª medição (Foto 2) foi realizada também ao ar livre na cobertura do prédio, cerca de 4 metros afastado da tomada de ar externo. O resultado obtido foi dentro do esperado para um ambiente ao ar livre em torno de 400 ppm de CO2

Ou seja, havia alguma fonte de contaminação perto da fachada do prédio que aumentava em muito o nível de dióxido de carbono na captação do ar exterior. 

Foi observado o entorno da fachada do prédio à procura de alguma fonte de poluição que estivesse gerando esse incremento de CO2 naquela região. 

Logo foi observada a descarga de ar do duto proveniente da roda entalpica, sistema de recuperação de energia (Ilustração 01), que faz a exaustão do ar interno com a insuflação de ar novo, com objetivo de reduzir o consumo de energia do sistema de climatização.

Ilustração 01 – Roda Entalpica

Como era de se esperar, a medição no nível de CO2 na saída da exaustão do sistema de recuperação de energia era elevado, em torno de 900 ppm. Estava assim identificada a origem da fonte poluente. 

Na fachada do edifício, onde se encontra a captação de ar externo do sistema de climatização, criava-se uma zona de ar contaminado (Foto 03), com alta concentração de dióxido de carbono e provavelmente outros contaminantes que não estavam sendo monitorados.

 

 

A solução indicada para esse sistema é a captação do ar externo em ponto distinto daquele local. Foi recomendada a contratação de um consultor em sistemas de climatização para fazer um projeto do melhor local. Enquanto esse novo sistema de captação de ar não for instalado, foi recomendado desligar o sistema de recuperação de energia. O impacto financeiro na produtividade das pessoas das empresas, devido à baixa qualidade do ar interno, está sendo muito superior a economia de energia elétrica obtida. 

Foto 03 – Zona de ar contaminado

 

A população daquele local, estimada em 25.000 pessoas, estava respirando um ar de baixa qualidade, gerando perda de produtividade, aumento de absenteísmo e custas médicas. 

Essa situação só foi descoberta com a existência das análises rotineiras da qualidade do ar interno, conforme determinado pela Resolução da ANVISA. Como não conseguimos ver o ar que respiramos, essa abordagem da ANVISA de análises periódicas é fundamental para redução de riscos à saúde da população. 

Outra abordagem seria as edificações de uso público e coletivo terem um plano de segurança da qualidade do ar interno, onde seriam avaliados os riscos, elaborados planos de ação e acompanhamento para verificação do ar interno. Recentemente foi publicada norma de qualidade ISO 16:000-40 de gestão da qualidade do ar interno, abordando exatamente essa solução. 

 

Artigo elaborado por Leonardo Cozac, engenheiro civil e segurança do trabalho, consultor com certificado internacional especialista em qualidade do ar interno.

Sócio Diretor da Conforlab Engenharia Ambiental.

www.conforlab.com.br

 

Estudo de caso de monitoramento da qualidade do ar interno

 

Leia mais

This Inexpensive Action Lowers Hospital Infections And Protects Against Flu Season

Harvard Medical School graduate and lecturer, Stephanie Taylor, is something of an Indiana Jones of medicine. She’s a determined scientist who can’t seem to sit still. Along with a resume full of accolades and publications, she’s a skydiver with 1,200 jumps. She solves haunting medical mysteries. “Anything that seems scary, I say I need to learn more about that,” she explained in a recent interview.

Picornavirus (picornavirid), responsible for: Colds, gastroenteritis, poliomyelitis and meningitis. Image made from a transmission electron microscopy view. (Photo by: Cavallini James/BSIP/Universal Images Group via Getty Images)UNIVERSAL IMAGES GROUP VIA GETTY IMAGES

While practicing pediatric oncology at a major teaching hospital, Taylor wondered why so many of her young patients came down with infections and the flu, despite the hospital’s herculean efforts at prevention. Her hunch: the design and infrastructure of the building contributed somehow.

Dr. Taylor embarked on a quest to find out if she was right. First, the skydiving doctor made a career jump: She went back to school for a master’s in architecture, and then began research on the impact of the built environment on human health and infection. Ultimately, she found a lost ark.

She and colleagues studied 370 patients in one unit of a hospital to try to isolate the factors associated with patient infections. They tested and retested 8 million data points controlling for every variable they could think of to explain the likelihood of infection. Was it hand hygiene, fragility of the patients, or room cleaning procedures? Taylor thought it might have something to do with the number of visitors to the patient’s room.

While all those factors had modest influence, one factor stood out above them all, and it shocked the research team. The one factor most associated with infection was (drum roll): dry air. At low relative humidity, indoor air was strongly associated with higher infection rates. “When we dry the air out, droplets and skin flakes carrying viruses and bacteria are launched into the air, traveling far and over long periods of time. The microbes that survive this launching tend to be the ones that cause healthcare-associated infections,” said Taylor. “Even worse, in addition to this increased exposure to infectious particles, the dry air also harms our natural immune barriers which protect us from infections.”

Since that study was published, there is now more research in peer-reviewed literature observing a link between dry air and viral infections, such as the flu, colds and measles, as well as many bacterial infections, and the National Institutes of Health (NIH) is funding more research. Taylor finds one of the most interesting studies from a team at the Mayo Clinic, which humidified half of the classrooms in a preschool and left the other half alone over three months during the winter. Influenza-related absenteeism in the humidified classrooms was two-thirds lower than in the standard classrooms—a dramatic difference. Taylor says this study is important because its design included a control group: the half of classrooms without humidity-related intervention.

Scientists attribute the influence of dry air to a new understanding about the behavior of airborne particles, or “infectious aerosol transmissions.” They used to assume the microbes in desiccated droplets were dead, but advances in the past several years changed that thinking. “With new genetic analysis tools, we are finding out that most of the microbes are not dead at all. They are simply dormant while waiting for a source of rehydration,” Taylor explained. “Humans are an ideal source of hydration, since we are basically 60% water. When a tiny infectious particle lands on or in a patient, the pathogen rehydrates and begins the infectious cycle all over again.”

These findings are especially important for hospitals and other health settings, because dry air is also associated with antibiotic resistance, which can devastate whole patient populations. Scientists now believe resistant organisms do not develop only along the Darwinian trajectory, where mutated bacteria produce a new generation of similarly mutated offspring that can survive existing antibiotics. Resistant pathogens in infectious aerosols do not need to wait for the next generation, they can instantly share their resistant genes directly through a process called horizontal gene transfer.

According to her research, and subsequent studies in the medical literature, the “sweet spot” for indoor air is between 40% and 60% relative humidity. An instrument called a hygrometer, available for about $10, will measure it. Every hospital, school, and home should have them, according to Taylor, along with a humidifier to adjust room hydration to the sweet spot.

Operating rooms, Taylor notes, are often kept cooler than other rooms to keep gown-wearing surgical staff comfortable. Cool air holds less water vapor than warm air, so condensation can more easily occur on cold, uninsulated surfaces. Consequently, building managers often turn humidifiers off instead of insulating cold surfaces. This quick fix can result in dry air, and Taylor urges hospitals to bring the operating room’s relative humidity up, even when it is necessary, to maintain a lower temperature. Taylor’s research suggests this reduces surgical site infections.

Taylor travels the country speaking with health care and business groups to urge adoption of the 40%–60% relative humidity standard. And she practices what she preaches. “My husband has ongoing respiratory problems and had at least one serious illness each winter. Ever since we started monitoring our indoor relative humidity and keeping it around 40%, even when using our wood stove, he has not been sick. Our dogs also love it because they do not get static electricity shocks when being petted in the wintertime!”

The bad news is that it takes on average of 17 years for scientific evidence to be put into medical practice, according to a classic study. The good news is that Taylor is on the case, and she’s on a crusade against the destruction of bacteria and viruses. She’s not waiting 17 years. Jock, start the engine.

Fonte: Forbes

Leia mais