PMOC: Já regularizou seu escritório?

O prazo para adequação dos prédios de uso coletivo públicos e privados a lei nº 13.589, promulgada em 4 de janeiro de 2018, está acabando. E seu escritório, já fez o seu Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) de seus sistemas de climatização?
Não espere ser autuado pela fiscalização!

 

Contar com um PMOC não apenas faz com que seu edifício esteja de acordo com a legislação como traz melhorias ao meio ambiente interno e aumenta a vida útil de seus aparelhos.

 

Conte com a Conforlab para realizar serviços complementares ao PMOC.

 

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A bactéria que cola, costura e se lembra do que faz

Causadora de pneumonia e infecções em implantes ósseos, a P. aeruginosa é uma das bactérias mais difíceis de combater com antibióticos. Duas pesquisas quase concomitantes nos explicam dois mecanismos de defesa desse micro-organismo.

 

Veja a matéria na íntegra: http://scienceblogs.com.br/hypercubic/2018/05/a-bactria-que-cola-costura-e-se-lembra-do-que-faz/

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A qualidade do ar interno e o absenteísmo em sua empresa

Caso sua empresa apresente um alto índice de faltas e afastamentos por problemas de saúde é hora de analisar seu ambiente. A qualidade do ar interno pode ser o grande vilão que está levando ao absenteísmo.

Atualmente é muito comum que os escritórios e empresas operem com ambientes climatizados. Afinal, o conforto térmico é fundamental para a produtividade, qualidade dos procedimentos realizados e satisfação dos funcionários.

O grande problema é que nem todos os locais contam com um plano de manutenção adequado. Com isso, o sistema que ajusta o clima e que deveria trazer benefícios se torna uma fonte de graves problemas.

Os sistemas de ar condicionado quando não operados e conservados corretamente acumulam sujeiras e bactérias que atacam a saúde respiratória. Como consequência seus funcionários ficam expostos a processos alérgicos, rinites, sinusites, pneumonias, entre outros.

Não deixe sua empresa cair nessa armadilha e ter seus resultados prejudicados pela qualidade do ar interno! Realizar análises ambientais periódicas é um investimento. Com isso, sua empresa irá combater o absenteísmo de frente, diminuindo as ausências e aumentando a motivação e produtividade.

Para saber mais sobre as soluções para o meio ambiente interno de seu negócio, cote com a Conforlab: www.conforlab.com.br

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Mofo – Irmãos a Obra

O programa Irmãos a Obra, exibido no Discovery Home & Health, exibiu a gravidade, problemas e riscos ocasionados pelo Mofo escondido em uma residência.
Mofo é um problema que pode estar invisível a olho nu e crescendo diariamente, trazendo sérios riscos à saúde dos ocupantes do ambiente.
A Conforlab possui o serviço de Inspeção de Mofo, saiba mais em: http://www.conforlab.com.br/index.php/servicos/inspecao-de-mofo/

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Uma nova lei sobre ar condicionado

A TV Gazeta noticiou a aprovação da lei 13.589/2018 que fala sobre a obrigação de edifícios públicos e privados possuírem um Plano de Manutenção, Operação e Controle de Ar Condicionado. Leonardo Cozac, engenheiro especialista em QAI e diretor da Conforlab falou sobre a importância de manter um ambiente climatizado dentro dos níveis recomendados.

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Lei que obriga a manutenção de sistemas de ar condicionado – Fala Brasil

O Fala Brasil, da Rede Record, de hoje (12/01/18) veiculou uma reportagem sobre a nova lei 13.589/2018 que diz respeito aos planos de PMOC em ambientes climatizados. A Conforlab e a LimpDutos, empresas referência no setor, contribuíram com a matéria realizando medições de temperatura, umidade e níveis de CO2 nos vagões do metrô de São Paulo. Assista ao vídeo.

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Delta Cross Band – Legionnaires Disease

“Legionnaire’s Disease” foi lançada como o lado B do single “Back On The Road Again”, da banda “Delta Cross Band”.

 

 

Legionnaire’s Disease
(Words and Music by Bob Dylan) 1981 Special Rider Music

Some say it was radiation, some say there was acid on the microphone,
Some say a combination that turned their hearts to stone,
But whatever it was, it drove them to their knees.
Oh, Legionnaire’s disease.

I wish I had a dollar for everyone that died within that year,
Got ‘em hot by the collar, plenty an old maid shed a tear,
Now within my heart, it sure put on a squeeze.
Oh, that Legionnaire’s disease.

Granddad fought in a revolutionary war, father in the War of 1812,
Uncle fought in Vietnam and then he fought a war all by himself,
But whatever it was, it came out of the trees.
Oh, that Legionnaire’s disease.

 

Doença do Legionário – tradução

(Letra e música por Bob Dylan) 1981 Special Rider Music
Alguns dizem que era radiação, alguns dizem que havia ácido no microfone,
Alguns dizem que uma combinação que transformou seus corações em pedra,
Mas, seja lá o que for, ele os levou de joelhos.
Oh, doença do Legionário.

Eu queria ter um dólar para todos que morreram nesse ano,
Pegou-os com o colarinho, muito uma velha empregada derramou uma lágrima,
Agora, dentro do meu coração, com certeza, coloque um aperto.
Ah, a doença do Legionário.

O avô lutou em uma guerra revolucionária, pai na Guerra de 1812,
Tio lutou no Vietnã e então ele lutou uma guerra sozinho,
Mas, fosse o que fosse, saiu das árvores.
Ah, a doença do Legionário.

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Estudo confirma a presença de radônio em imóveis da grande São Paulo

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Um estudo inédito realizado pela Conforlab em imóveis localizados na região metropolitana da cidade de São Paulo confirmou a presença de radônio acima dos limites de recomendação da USEPA.

O radônio é gás invisível, insipido e inodoro originário pelo decaimento radioativo do urânio e tório, dois dos elementos radioativos mais abundantes na crosta terrestre.  Ao contrário do que se pensa, átomos de urânio e tório podem estar presentes em todo o tipo de material geológico. Isso significa que toda fração de terra, areia, brita, calcário, mármore, granito, etc. contém alguma fração destes elementos radioativos. A quantidade destes elementos em cada material é única e depende de diversos fatores geológicos, ambientais e até mesmo tecnológicos.

Algumas características fazem do radônio um problema de saúde pública em todo o mundo. Ele é um gás radioativo, de origem natural, abundante em toda crosta terrestre e suas características químicas fazem dele um gás nobre, isto é, o radônio é um elemento que não reage com nenhum material sob condições normais de temperatura e pressão. Esta característica faz do radônio um gás invisível a todos os mecanismos e equipamentos utilizados em sistemas de tratamento do ar. Faz dele invisível para nosso sistema imunológico. Não há maneira de filtrar, precipitar, capturar ou destruir o radônio. A única maneira de combater este inimigo em ambientes confinados se dá por ações de prevenção, as quais não serão abordadas neste artigo.

O radônio presente em um ambiente confinado tem sua procedência atribuída a três principais vias de emanação: o solo (sobre o qual o imóvel foi construído), a água (advinda de aquíferos profundos ou até mesmo poços rasos) e os materiais utilizados na construção e decoração (areia, cimento, cerâmica, pedras ornamentais, esculturas, arquivos de decoração, etc.). Destes três, o solo é o fator de maior contribuição.

Ao ocorrer um decaimento radioativo, um átomo de 226-rádio se transforma em um átomo de 222-radônio. O radônio formado se desloca para a superfície terrestre por meio fenômenos de difusão. Ao chegar a superfície ele se dispersa naturalmente não oferecendo riscos à saúde. Contudo, ao encontrar um ambiente confinado (um imóvel) o radônio é pré-concentrado tornando-se um contaminante letal.

De acordo com Robson Petroni, químico da Conforlab “o grande problema relacionado ao radônio é o fato de que ele é um gás inerte, imperceptível ao nosso sistema imunológico e emissor de uma radiação alfa altamente energética. A radiação alfa é utilizada para fins terapêuticos na destruição de células tumorais. Contudo, a mesma radiação que destrói um tumor, destrói uma célula sadia ou causa disfunção da mesma. Ao causar uma disfunção em uma célula, pode haver a incidência de um tumor. ”

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o radônio é o segundo maior causador de câncer de pulmão em seres humanos, perdendo somente para o hábito do tabagismo. Estudo realizado na região de Galícia, na Espanha obteve uma forte correlação para a incidência de câncer de cérebro com uma maior concentração de radônio no ambiente. Pesquisadores da Suíça correlacionaram a concentração de radônio com o aumento de casos de tumor maligno de pele.

No Brasil, pesquisadores da UFRN correlacionaram a concentração de radônio com o aumento de casos de aborto espontâneo para indivíduos residentes da cidade de Lages Pintadas (RN). Além disso, diversos estudos têm sido realizados para a investigação da correlação de radônio com o número de casos de câncer de estômago e até mesmo com mutações genéticas observadas em insetos.

De acordo com estimativas da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (United States Environmental Protection Agency), a US EPA, o radônio é responsável por cerca de 21 mil mortes anuais somente nos Estados Unidos. Pesquisas realizadas na União Europeia apontam o radônio como responsável por cerca de 20 mil mortes anuais. Dados oficiais da Statistics Canada atribuem ao radônio cerca de 3200 mortes todos os anos. O Brasil não divulga dados oficiais referentes ao número de mortes atribuídas ao radônio. Isto se deve à falta de dados relacionados a concentração deste elemento em todos os municípios federativos e a dificuldade de padronização de uma metodologia analítica.

Estudo recente e inédito realizado pela Conforlab em imóveis localizados na região metropolitana da cidade de São Paulo apontam que de 70 ambientes analisados, cerca de 11% apresentaram concentração de radônio acima dos limites recomendados pela US EPA (4 pCi/L). Neste mesmo estudo, a concentração média de radônio para os ambientes estudados foi 2,6 ± 1,1 pCi/L (onde a incerteza corresponde a 1 desvio padrão para um intervalo de confiança de aproximadamente 68 %).

Ao contrário do que muitos pensam existe radônio no Brasil (e em todos os lugares). Assim como temos o CO, o SO2, também temos o radônio. A dúvida devemos levantar não é se há radônio em ambientes confinados, mas sim o quanto há de radônio em ambientes confinados. Uma curiosidade que observamos neste estudo foi de que a concentração de radônio pode variar em diferentes ambientes dentro de um mesmo imóvel. Esta variação pode estar associada com a frequência de uso do ambiente e principalmente com as condições de conservação do mesmo. Ambientes que apresentam ralos, rachaduras ou problemas de impermeabilização parecem ser mais susceptíveis ao acúmulo de radônio. Em função disso concluímos que não existe outra maneira de saber-se qual a real concentração de radônio em um ambiente sem que se faça a análise de radônio para aquele respectivo ambiente. Um ambiente pode apresentar resultados conformes e outro ao lado apresentar elevadas concentrações deste inimigo invisível (radônio) ”. (Robson Petroni – Químico da Conforlab)

A Conforlab é especialista na análise e monitoramento de radônio no Brasil, prestando serviços há mais de 20 anos em assuntos relacionados a análises ambientais. Possui laboratórios acreditados na norma NBR ISO/IEC 17025 e foi a primeira empresa nacional certificada pelo programa ELITE para análises de Legionella sp.

Para o sócio diretor da Conforlab, Eng. Leonardo Cozac “nossa empresa sempre busca inovações em assuntos de qualidade do ar interno. Foi assim, com pesquisa e análise da bactéria Legionella sendo o 1º laboratório no hemisfério sul certificado pelo CDC/EUA no programa ELITE. E agora, a Conforlab traz ao país a tecnologia de análise de Radônio, tendo, contudo, a preocupação ética de conduzir uma pesquisa em verificar se realmente esse gás está presente nas casas, residências e demais ambientes no país. ”

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