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This Inexpensive Action Lowers Hospital Infections And Protects Against Flu Season

Harvard Medical School graduate and lecturer, Stephanie Taylor, is something of an Indiana Jones of medicine. She’s a determined scientist who can’t seem to sit still. Along with a resume full of accolades and publications, she’s a skydiver with 1,200 jumps. She solves haunting medical mysteries. “Anything that seems scary, I say I need to learn more about that,” she explained in a recent interview.

Picornavirus (picornavirid), responsible for: Colds, gastroenteritis, poliomyelitis and meningitis. Image made from a transmission electron microscopy view. (Photo by: Cavallini James/BSIP/Universal Images Group via Getty Images)UNIVERSAL IMAGES GROUP VIA GETTY IMAGES

While practicing pediatric oncology at a major teaching hospital, Taylor wondered why so many of her young patients came down with infections and the flu, despite the hospital’s herculean efforts at prevention. Her hunch: the design and infrastructure of the building contributed somehow.

Dr. Taylor embarked on a quest to find out if she was right. First, the skydiving doctor made a career jump: She went back to school for a master’s in architecture, and then began research on the impact of the built environment on human health and infection. Ultimately, she found a lost ark.

She and colleagues studied 370 patients in one unit of a hospital to try to isolate the factors associated with patient infections. They tested and retested 8 million data points controlling for every variable they could think of to explain the likelihood of infection. Was it hand hygiene, fragility of the patients, or room cleaning procedures? Taylor thought it might have something to do with the number of visitors to the patient’s room.

While all those factors had modest influence, one factor stood out above them all, and it shocked the research team. The one factor most associated with infection was (drum roll): dry air. At low relative humidity, indoor air was strongly associated with higher infection rates. “When we dry the air out, droplets and skin flakes carrying viruses and bacteria are launched into the air, traveling far and over long periods of time. The microbes that survive this launching tend to be the ones that cause healthcare-associated infections,” said Taylor. “Even worse, in addition to this increased exposure to infectious particles, the dry air also harms our natural immune barriers which protect us from infections.”

Since that study was published, there is now more research in peer-reviewed literature observing a link between dry air and viral infections, such as the flu, colds and measles, as well as many bacterial infections, and the National Institutes of Health (NIH) is funding more research. Taylor finds one of the most interesting studies from a team at the Mayo Clinic, which humidified half of the classrooms in a preschool and left the other half alone over three months during the winter. Influenza-related absenteeism in the humidified classrooms was two-thirds lower than in the standard classrooms—a dramatic difference. Taylor says this study is important because its design included a control group: the half of classrooms without humidity-related intervention.

Scientists attribute the influence of dry air to a new understanding about the behavior of airborne particles, or “infectious aerosol transmissions.” They used to assume the microbes in desiccated droplets were dead, but advances in the past several years changed that thinking. “With new genetic analysis tools, we are finding out that most of the microbes are not dead at all. They are simply dormant while waiting for a source of rehydration,” Taylor explained. “Humans are an ideal source of hydration, since we are basically 60% water. When a tiny infectious particle lands on or in a patient, the pathogen rehydrates and begins the infectious cycle all over again.”

These findings are especially important for hospitals and other health settings, because dry air is also associated with antibiotic resistance, which can devastate whole patient populations. Scientists now believe resistant organisms do not develop only along the Darwinian trajectory, where mutated bacteria produce a new generation of similarly mutated offspring that can survive existing antibiotics. Resistant pathogens in infectious aerosols do not need to wait for the next generation, they can instantly share their resistant genes directly through a process called horizontal gene transfer.

According to her research, and subsequent studies in the medical literature, the “sweet spot” for indoor air is between 40% and 60% relative humidity. An instrument called a hygrometer, available for about $10, will measure it. Every hospital, school, and home should have them, according to Taylor, along with a humidifier to adjust room hydration to the sweet spot.

Operating rooms, Taylor notes, are often kept cooler than other rooms to keep gown-wearing surgical staff comfortable. Cool air holds less water vapor than warm air, so condensation can more easily occur on cold, uninsulated surfaces. Consequently, building managers often turn humidifiers off instead of insulating cold surfaces. This quick fix can result in dry air, and Taylor urges hospitals to bring the operating room’s relative humidity up, even when it is necessary, to maintain a lower temperature. Taylor’s research suggests this reduces surgical site infections.

Taylor travels the country speaking with health care and business groups to urge adoption of the 40%–60% relative humidity standard. And she practices what she preaches. “My husband has ongoing respiratory problems and had at least one serious illness each winter. Ever since we started monitoring our indoor relative humidity and keeping it around 40%, even when using our wood stove, he has not been sick. Our dogs also love it because they do not get static electricity shocks when being petted in the wintertime!”

The bad news is that it takes on average of 17 years for scientific evidence to be put into medical practice, according to a classic study. The good news is that Taylor is on the case, and she’s on a crusade against the destruction of bacteria and viruses. She’s not waiting 17 years. Jock, start the engine.

Fonte: Forbes

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Entrevista Leonardo Cozac – É preciso aumentar a conscientização

É preciso aumentar a conscientização

Entrevista: Leonardo Cozac

A preocupação com o tema da qualidade do ar interior é um dos mais atuais e presentes temas no segmento, porém é preciso levar essa questão de forma mais ampla para toda sociedade. A Revista ASBRAV conversou com uma das maiores autoridades nacionais no assunto, Leonardo Cozac, que é Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho.Revista ASBRAV – Que fatores você considera que são mais graves em relação ao tema da qualidade do interior?

Leonardo Cozac- Considero a falta de conhecimento da população ainda um fator muito preocupante. De uma maneira geral, a população não se preocupa com o ar que respira. Fazendo uma comparação com a água, aprendemos na escola básica que a água que consumimos deve ser sem cheiro, sem cor e sem gosto. E ninguém bebe ou utiliza uma agua que não conheça sua procedência. Já com o ar respiramos o ar que nos é fornecido sem nos preocupar se é de qualidade ou não. Quando um pai vai conhecer a nova escola dos filhos será que questiona se a QAI dentro da escola é boa? Então porque é tão comum uma criança ficar gripada, por exemplo, e na sequencia vários colegas de classe ficarem também? No shopping que frequentamos, antes de ir pensamos se a QAI lá é adequada para nossa família? De uma maneira geral a sociedade não pensa nisso, partindo do princípio se o ambiente está refrigerado, está bom. O que não é uma verdade simples.

Fazendo uma comparação com EUA, por exemplo, vende-se filtro de ar condicionado em prateleira de supermercado. Não precisa de norma ou lei para obrigar as pessoas comprarem filtros para sua casa. Já existe a consciência da importância desse elemento para melhorar a QAI.

Revista ASBRAV – Quais os principais desafios para levar a todos os setores da sociedade o tema da implantação do PMOC?

Leonardo Cozac- Por muitos anos a sociedade consome ar condicionado com objetivo de melhorar o conforto térmico. Se a temperatura está agradável, o ambiente está bom. Com isso, profissionais do setor se especializaram nesse aspecto técnico. De cerca de 20 anos para cá, após a publicação da Portaria 3523/98 pelo Ministério da Saúde, que o conceito de PMOC/ QAI ganhou importância. Considero nosso maior desafio os profissionais do setor (engenheiros, arquitetos e técnicos) levarem esse conscientização sobre QAI a sociedade. Esses profissionais trabalharam anos sem esse conceito. As escolas técnicas e de curso superior ainda não abordam de forma adequada esse tema. Os profissionais do setor devem ser os agentes de disseminação a sociedade da importância sobre a qualidade do ar interno.

Revista ASBRAV – Acredita que profissionais que se envolvem nos modelos construtivos como engenheiros e arquitetos estejam já conscientes da importância deste tema dentro dos projetos ou ainda há muito a ser feito?

Leonardo Cozac- Sem dúvidas esses profissionais já tem a consciência sobre a importância do tema de QAI. Porém ainda há desafio de conseguir conscientizar ao empreendedor/ investidor que vale a pena investir em um bom projeto. Diversos estudos internacionais mostram que uma boa qualidade do ar interno garante aumento de produtividade, redução de custas médicas e do absenteísmo nas empresas e escolas.

Como em diversos edifícios comerciais o maior custo das empresas é o salário de seus funcionários, o retorno sobre investimento em QAI é muito rápido. Levar essa informação ao consumidor considero ainda uma grande desafio.

Leonardo Cozac

Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho formado pela Universidade Paulista. Membro do Grupo Setorial de Qualidade do Ar Interno, em 97/98.

Participante do Green Building Council – Divisão Qualidade do Ar de Interiores.

Professor convidado de Pós Graduação do Mackenzie. Professor do curso de MBA Arquitetura, Construção e Gestão Sustentável.

Presidente do Qualindoor – Departamento nacional de Qualidade do Ar de Interiores da ABRAVA – Gestão 2008-2010 e 2013-2015. Vice-Presidente de Economia – Gestão 2013-2015 da ABRAVA. Consultor Certificado de Qualidade do Ar de Interior pela ACAC – American Council for Accredited Certification.

Presidente da Conforlab Engenharia Ambiental.


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O eng. Leonardo Cozac representou a ABNT – Associação Brasileira Nacional de Normas Técnicas, por meio do Comitê Brasileiro 055, coordenado pela ABRAVA na reunião técnica da Plenária do TC 146 – SC 06 – Indoor Air Quality, realizada na Alemanha. Representantes de 09 países estiveram presentes: Brasil, Alemanha, Bélgica, Canada, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França e Japão.

Para Cozac, “Estar presente como delegado da ABNT foi um marco para o setor que represento, pois, foi a primeira vez da participação brasileira nesse grupo de trabalho. Um orgulho estar junto a grandes especialistas internacionais do setor de QAI representando as principais economias do mundo, e ter poder de voto em ocasião tão importante. O Brasil está alinhado com as tendências técnicas mundiais.”

Foram três dias de reuniões, na pauta, diversos assuntos ligados a qualidade do ar interno, como microbiologia, partículas, VOC, bioefluentes, plano de gerenciamento de QAI, entre outros temas.

Entre os assuntos tratados, foi discutida a possibilidade de criação de novas normas ISO, como por exemplo, de equipamentos de medição de concentração de massa de material particulado com sensores de baixo custo. Outro tema debatido, foi sobre a importância de medir TVOC (Compostos Orgânicos Voláteis Total). Há consenso que TVOC não serve como guideline para classificação de ambientes, e sim como uma visão geral nas inspeções de rotina. Foi discutida a norma técnica que está em elaboração ISO/AWI 16000-42 “dealing with the measurement of sub-micron particles”.

A próxima reunião plenária do grupo será em Paris, em setembro de 2020.


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